Segunda, 06 Set 2010
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“O que a memória amou ficou eterno...” print E-mail



“Participei da 1ª Escola de Liturgia, e trazia na mala muita curiosidade. Tenho por esta Casa um sentimento de compaixão, ternura que nunca acaba. Hoje sinto muita alegria em participar da Assembléia dos 25 anos. E acredito que dou minha contribuição à juventude que passa por aqui.” Seleida dos Santos





“Deve ter uns 20 anos que frequento a CAJU. Sinto aqui um desafio enorme e muito suor de cada pessoa. Tenho uma gratidão muita grande. Iniciei com a PJMP e ensinava ao/os jovens a paixão pela música. Aqui sou reconhecida com cidadã. A CAJU esteve sempre presente em minha vida, nos momentos que mais precisei, e hoje espero que minha presença ajude alguma forma. Ainda quero um emprego aqui (risos)”. Juciene Aparecida dos Santos

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“A história da Casa da Juventude é construída em meio a lutas e conquistas. Houve sempre uma busca, nunca o pessoal parou de buscar. Foi uma maneira sim de viver a missão, a serviço da fé e promoção da justiça do reino de Deus. É um dialogo intercultural. A dimensão a serviço da fé e promoção da justiça, é uma tomada de consciência de toda a situação de injustiça que a juventude vive. A CAJU é ação profética em defesa da juventude.A Casa ficou muito grande. Depois que os Jesuítas deixaram a direção da Universidade Católica, a Casa fica muito grande para poucos padres morarem. Padre Albano e Pe. Brandão tem participação primeira em fazer a residência dos jesuítas, transformar-se numa Casa de Juventude. Muitas tensões aconteciam naquele tempo.A Casa é uma sementinha que foi plantada, foi um processo bonito. É um espaço que tem consciência de toda a injustiça social que acontece ao nosso redor, e por isso trabalha a serviço da fé e promoção de justiça. A Casa da Juventude tem uma metodologia de trabalho que é profética, e em defesa da juventude. É palavra de Deus que foi semeada, e a presença de Jesus Cristo. Que assim como a semente, que morre para poder gerar a vida, Jesus teve de sofrer todas as injustiças, morreu, mas que ressuscita e nos dá de novo Vida.” Pe. José Antônio Netto de Oliveira, SJ

“Conheci a Casa da Juventude em 2007. Comecei fazendo o curso de afetividade e sexualidade. Tenho muito respeito e alegria pelo trabalho que esta Casa realiza por toda a juventude. Traz muita esperança, em meio a tantas dificuldades, ainda acredita no trabalho com o/a jovem. Participar da Assembléia dos 25 anos, desse momento histórico é muita honra e satisfação. Que a CAJU repense sua caminhada e lance luzes para continuar o trabalho com as juventudes. Porque é isso que é bonito nessa Casa, trabalhar com “as juventudes” e não um segmento só de juventude.” André Silva Ferreira

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“Vim fazer curso de capacitação de coordenadores em 1992. Sou colaborador dessa Casa desde então. Essa Casa é lugar de acolhida, ecumenismo, de anúncio e denúncia, de profetismo. A Assembléia dos 25 anos é tempo de memória, desconstrução, introspecção, celebração, encontros e desafios.” Raimundo Alves Rodrigues.






“Em dezembro de 1996 participei do natal da CAJU, e em janeiro de 1997 já vim participar do CUCA. Tenho muito carinho, ternura por esta Casa, que me ajudou muito no que sou hoje. Minhas opções de vida, minha profissão, prioridades....hoje sinto uma mistura de emoções; sentimento de pertença, de fazer parte dessa histórica. É muito gostoso estar aqui pensando juntas e juntos os novos rumos da Casa.” Roneide Braga Santos, Anápolis.

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“Conheço a CAJU a muitos anos, mas a proximidade começou desde a causa e luta dos moradores do Parque Oeste. Aqui nessa Casa sinto uma reenergização e fortalecimento na esperança, resignifacação da vida, de resistência. O convite de participar da Assembléia dos 25 anos foi um Chamado. Me sinto parte disso tudo. Estou muito feliz. “ Morgana Rodrigues dos Santos.







“Morava na periferia de Brasília, na década de 80, e vários grupos de jovens de lá vieram participar de cursos aqui na CAJU. Depois fui funcionária dessa Casa. Sinto orgulho por fazer parte dessa história e muita gratidão. Levei tudo que aprendi aqui para minha vida, minha profissão. Aqui é espaço de acolhida. A Assembléia dos 25 anos ajuda a pensar o significado dessa Casa e os seus novos caminhos. “ Maria Margarida Machado.

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“Meu primeiro contado com a Casa foi no CUCA, nos anos 90. Fazia parte da coordenação da Pastoral da Juventude, em São Luis de Montes Belos, e víamos participar das atividades aqui. Esse lugar alimenta minha espiritualidade, a esperança, fortalece minha fé. Todos os processos da CAJU, ajuda tanto a minha vida, quanto dos outros/as jovens que por aqui passam. Hoje é tempo de reconstrução e construção de vidas e de esperança.” Arilene Martins de Souza.




“Minha prima fez curso de informática aqui. Depois minha mãe me inscreveu no curso de inglês. Fiz o inglês e agora faço informática e cidadania. A entrada dessa Casa me encanta. Desde a chegada, com as frases que são colocadas pelos corredores....é uma chegada bela. Esse fim de semana estão falando muito de memória e utopia....que essa Casa continue aberta aos jovens em tudo que eles/elas precisarem. Que continue construindo cidadãs e cidadãos.” Heloisa de Melo Barros.



  • (Texto: Ceila Rodrigues. Fotos: Aurisberg Matutino, Erick Corrêa e Thaís Félix. Virajovem Goiânia / Equipe de Comunicação - CAJU)

    Veja abaixo a cobertura completa da Assembléia do JubileuCaju25

  • “Reconhecer os pilares”
  • Lugar de paz, do aconchego, da beleza
  • Frases da Assembléia de 25 anos da CAJU
  • Celebração do JubileuCaju25 na Paróquia São Francisco de Assis
  • Memória dos 25 anos da CAJU - Pe. Mirim”
  • Tem início a Assembléia do JubileuCaju25 - “Com a Juventude, Amar e Servir”
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