“Procurei a CAJU por medo de perder a juventude na comunidade. Só que a minha descoberta foi além.” Erick Correa, Goiânia.
“Busco meu reencanto. Eu posso beber dessa água, aqui é meu porto seguro.”
Mauro Rodrigues, Belo Horizonte.
“ Liberdade de usar a casa, a sua estrutura, o seu aconchego.” Elmira, Goiânia.
“Fazer memória é reacender o desejo. Desejar faz preexistir o objeto desejado.” Pe. Célio Amaro, Luziânia.
“Onde os nossos pés pisam? Onde os nossos pés pisaram nestes 25 anos?” Rezende, Goiânia.
“Coisas que não vivemos, pessoas que não conhecemos, mas somos frutos dos sonhos delas. Fazer memória é fazer com que isso faça parte da gente.” Cristina Viana, Goiânia.
“Nós tínhamos prazer de trabalhar e não cobrar nada.” D. Malvina, Goiânia. Uma das primeiras cozinheiras da CAJU.
“Lágrimas de utopia, solidez da vida”. Marcelo Antonio, Bonfinópolis.
“Como passar o bastão da velha para a nova guarda? O que já foi construído, o que vai emergir?” William Bonfim, Brasília.
(Texto: Lígia Martins. Fotos: Aurisberg Matutino, Erick Corrêa e Thaís Félix. Virajovem Goiânia / Equipe de Comunicação - CAJU)
Veja abaixo a cobertura completa da Assembleia do JubileuCaju25
“O que a memória amou ficou eterno...”
“Reconhecer os pilares”
Lugar de paz, do aconchego, da beleza
Frases da Assembleia de 25 anos da CAJU
Celebração do JubileuCaju25 na Paróquia São Francisco de Assis
Memória dos 25 anos da CAJU - Pe. Mirim”
Tem início a Assembleia do JubileuCaju25 - “Com a Juventude, Amar e Servir” |