
O Grito dos Excluídos aconteceu, como em todo o país, à luz do dia, manhã do 7 de setembro, num Estado democrático, com a presença de cerca de mil pessoas, que depois alcançaram aproximadamente 4 mil, além de várias autoridades religiosas e civis.
Estavam lá o Arcebispo de Goiânia, muitos dos vigários episcopais, religiosos, religiosas, vários pastores e pastoras evangélicos, representantes das Igrejas Luterana e Anglicana, vários parlamentares estaduais e municipais, sindicalistas e dirigentes, integrantes de muitas ONGs nacionais e internacionais, toda a mídia de Goiânia, escrita, falada e televisiva. Tudo foi registrado e apresentado para o estado e o país.
Acontece que algumas cabeças não suportaram o símbolo religioso e afrontaram a fé de todo o povo brasileiro, arrancando, na noite de 8 para 9 de setembro, com uso de trator pá mecânica, outros apetrechos e não poucas pessoas, pois foram necessários mais de 10 homens para erguer do caminhão e ficar a cruz encima do pedestal de cimento.
Antes de acontecer o Grito dos Excluídos, no dia 7, a Vereadora Cidinha Siqueira, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal, entrou com processo requerendo, junto à SEPLAN (Secretaria de Planejamento do Município de Goiânia), autorização para se colocar o monumento na rotula, que fica no ( ... )
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